Não me peças que seja doce
Se a mim, me tratas dando sal.
Todo açúcar que me deu a vida
Não resistirá a este mal.
Tu me queres como água gélida
Para matar tua sede de amor,
Se de tua fonte imploro um gole
Tu te ofendes com furor.
Em vão será o lamento
Se a água da fonte secar,
Ou perdê-la a um outro amor
Que nela haverá de nadar!

Nenhum comentário:
Postar um comentário