O profano livre arbítrio,
Me fez querer o que não posso:
Girar meu corpo num balé,
Até cair aos teus pés,
Encenando um acidente.
Foi escolha minha,
Fingir estar em tuas mãos,
E te dizer bobagenzinhas,
Para prender tua atenção.
Supostamente escolha minha.
Pois agora estou inteiramente,
Dominado por tua mente —
Tão astuta, tão perspicaz...

Nenhum comentário:
Postar um comentário